domingo, 31 de maio de 2009

Centros de Distribuição

Os centros de distribuição avançados são típicos de sistemas de distribuição escalonados, onde o estoque é posicionado em vários elos de uma cadeia de suprimentos. Seu objetivo é permitir rápido atendimento às necessidades dos clientes de uma determinada área geográfica distante dos centros produtores. Para prover utilidade no tempo, avançam-se os estoques para um ponto próximo aos clientes e os pedidos são então atendidos por este centro avançado, a partir do seu próprio estoque.


Além de buscar um rápido atendimento, os centros de distribuição avançados possibilitam a obtenção de economias de transporte pois estes operam como centros consolidadores de carga. Ao invés de atender um grupo de clientes diretamente dos armazéns centrais, o que poderia implicar na movimentação de cargas fracionadas por grandes distâncias, a utilização dos centros de distribuição avançados permite o recebimento de grandes carregamentos consolidados e, portanto, com custos de transporte mais baixos.
O transporte até o cliente pode ser feito em cargas fracionadas, mas este é realizado em movimentos de pequena distância.


Quando utilizados por múltiplos fornecedores, os centros de distribuição avançados apresentam vantagens adicionais. Além de obter consolidação no transporte de transferência, pode-se também realizar a entrega final de forma consolidada, quando os pedidos dos clientes aos diversos fornecedores são combinados.

Para os clientes as vantagens também são grandes pois estes recebem em um único carregamento os pedidos que de outra forma seriam feitos por vários veículos. Este é o caso típico de centros de distribuição controlados por cadeias varejistas ou operadores logísticos que atendem várias indústrias.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Empresas vão investir R$ 3,7 bi em ferrovias

As concessionárias de transportes ferroviários que atuam no Brasil deverão investir R$ 3,7 bilhões neste ano. A estimativa consta do balanço do desempenho do setor que será divulgado nos próximos dias pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

Se for concretizada, essa projeção de investimentos representará um crescimento de 54% em relação aos R$ 2,454 bilhões investidos no segmento no ano passado.

(...) O estudo da ANTT mostra ainda uma redução de 20,5% do número de acidentes nas ferrovias de 2005 para 2006. O volume de carga transportada cresceu de um ano para o outro.

Em 2006, as concessionárias de ferrovias de todo o País transportaram 238,1 bilhões de toneladas por quilômetro útil (TKU), um aumento de 7,4% em comparação com o total registrado em 2005.

Leia mais no Portal NTC e Logística.
http://www.ntcelogistica.org.br/noticias/materia_completa.asp?codnoti=20672

ALERTA: Alta Tecnologia contra Roubos e de Veículos

A implantação da rede PRF, interligando todas as unidades de fiscalização, possibilitaram a criação de um sistema de informações praticamente instantâneo.

Usando essa tecnologia, foi criado o sistema ALERTA, onde após denúncia de crime recebida por postos ou viaturas, as informações são repassadas para todas as viaturas e postos do estado onde ocorreu o crime e também para os estados vizinhos.

Assim, todo o aparato da PRF mantém-se em vigilância completa a todo tipo de veículo ou indivíduo com as características enviadas. Consegue-se, com isso, um aumento da eficiência, já que as primeiras horas da ocorrência são cruciais para o sucesso da ação policial.Nos seis primeiros meses deste ano, a PRF recuperou 581 veículos roubados.
Após a implantação progressiva do sistema, já no terceiro trimestre foram recuperados 820 veículos, somando-se a isso inúmeras prisões de criminosos, graças à disponibilização dos mandados de prisão pelo sistema Infoseg.

Desde o momento em que o cidadão dá queixa do roubo do seu veículo numa delegacia de polícia, são gastas aproximadamente 36 horas para que a informação esteja disponibilizada no sistema RENAVAM.

Leia mais no site da Polícia Rodoviária Federal
http://www.dprf.gov.br/PortalInternet/index.faces

A Tecnologia da Informação - e a determinação do governo federal em fazer as coisas funcionarem - está permitindo maior controle e segurança para os usuários das rodovias e proprietários de veículos rodoviários.


Fica aí o registro para ampla divulgação pela Interntet, a quem quiser ajudar a veicular esta mensagem.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Não aguenta mais seu trabalho? Talvez seja hora de mudar

É a mesma coisa, todo santo dia. O despertador toca e você não se anima. Luta para sair da cama, estressa-se no trânsito... E, ao chegar no escritório, tudo piora: o desânimo aumenta e falta disposição até mesmo para executar as mais simples obrigações diárias.

O desinteresse pelo próprio trabalho é um sintoma difícil de disfarçar e merece toda a atenção. Afinal, muitas vezes, esse sentimento negativo é um sintoma de que a carreira está precisando de mudanças

Outros sinais de alerta

Além do clássico desânimo, vários sentimentos também costumam dar as caras quando alguém está insatisfeito com o próprio trabalho ou com a profissão que escolheu.

“Os mais evidentes são a falta de perspectiva profissional, a dificuldade em encarar o trabalho como um desafio e pouca motivação para elaborar novas formas de desenvolver projetos profissionais”, enumera Almir Martins, professor de Teorias da Administração e Administração Contemporânea da Universidade Metodista de São Paulo.

Mudar de emprego ou carreira?

Se você está passando por isso, tente descobrir se a sua insatisfação é causada pela empresa onde trabalha ou pela profissão que escolheu. Um ambiente pouco harmônico – com chefes e colegas estressados e briguentos, por exemplo – e que não incentiva o desenvolvimento dos profissionais costuma agravar esse tipo de sentimento.

Nesse caso, a saída é buscar uma empresa na qual você tenha mais chances de crescer profissionalmente ou onde as relações sejam mais equilibradas.

Porém, a razão do incômodo também pode estar na própria carreira escolhida. Aí, a situação é mais complicada e é preciso avaliar, com muita cautela, se chegou a hora de fazer uma mudança mais drástica.

O momento certo

A hora certa para a mudança não cai do céu, como em um passe de mágica. Em vez de sentar e esperar, é preciso criar esse momento. E isso só é possível com muito planejamento.

“É fundamental que o indivíduo estabeleça um plano de trajetória profissional e esteja convicto da necessidade de cumpri-lo”, explica Almir Martins.

Se o plano é mudar de empresa, aproveite qualquer tempo extra que tiver para incrementar sua formação. E, enquanto estiver se aperfeiçoando, fique atento às novas tendências e oportunidades profissionais – seus planos terão mais chances de dar certo se estiverem de acordo com os rumos do mercado.

“É preciso avaliar as tendências futuras da nova ocupação, seja em âmbito financeiro ou no tocante à satisfação de desenvolvimento pessoal”, diz o especialista.

Seja cuidadoso

É bom saber que qualquer mudança, por mais planejada que seja, traz incertezas e inseguranças, especialmente no início. Por isso, quando se sentir assim, não pense em desistir ou voltar atrás. Vale a pena insistir.

“Se o indivíduo elabora um plano de carreira baseado em critérios seguros (formação acadêmica e profissional, relações de trabalho notoriamente idôneas), a tendência é que supere as dificuldades apresentadas e consolide sua trajetória profissional”, afirma Almir Martins.

Para 'Economist', emergentes podem sair da crise antes que os EUA

Um artigo na edição mais recente da revista britânica "The Economist" afirma que as grandes economias emergentes, principalmente Brasil, China e Índia, podem se recuperar mais rapidamente da crise econômica do que os Estados Unidos. A revista defende uma nova tese do "descolamento", teoria defendida no ano passado por alguns analistas (entre eles a própria Economist) que afirmavam que os emergentes estariam mais resistentes a uma recessão nos EUA.

Admitindo que esta tese não se mostrou correta durante a crise, a Economist apresenta agora a tese do "descolamento 2.0" ("Decoupling 2.0", que dá nome ao artigo), que, segundo a publicação, seria "um fenômeno mais limitado, restrito a algumas das maiores e menos endividadas economias emergentes".

"Mesmo se a economia americana continuar fraca, há sinais de que as algumas das maiores economias emergentes podem ter uma recuperação razoável", diz a publicação.

A revista argumenta que esta nova teoria é baseada em dois fatores subestimados: que as grandes economias emergentes seriam menos dependentes dos gastos americanos do que se acredita e por elas terem se provado mais capazes e desejosas de responder à fragilidade econômica.

Como prova desse "novo descolamento", a revista cita o exemplo da China, cuja economia começou a se acelerar novamente nos primeiros quatro meses deste ano.

"Apesar dos debates sobre a precisão dos dados do PIB da China (...) o crescimento este ano pode ser perto de 8%. Este otimismo abasteceu os preços das commodities, o que, por sua vez, melhorou as previsões para o Brasil e outros exportadores de commodities".

Novo descolamento

Segundo a revista, durante a crise, países como o Brasil e a China não foram atingidos apenas pela queda na demanda dos EUA. O que talvez tenha afetado mais essas economias foi o quase colapso dos mercados de crédito globais e os cortes de estoques de companhias "traumatizadas".

Além disso, muitos dos emergentes apertaram sua política monetária para combater a inflação antes da crise, o que fez a demanda doméstica cair ao mesmo tempo em que as exportações entravam em declínio."Mas os choques globais estão se acalmando agora. Empresas não podem reduzir estoques para sempre. O pânico dos investidores está recuando, o que faz os mercados de crédito começarem a funcionar. Isto pode não ser o suficiente para estimular uma recuperação vibrante nos EUA (...) mas remove um obstáculo para as grande economias emergentes, que soltaram as rédeas ficais e monetárias", diz a revista, citando os pacotes de estímulo da China e os cortes na taxa de juros do Brasil.

Para a Economist, ações como essas por parte dos governos podem fazer as economias se recuperarem mais rapidamente, mas não criam uma resistência de longo prazo.

A publicação afirma que, para ter uma recuperação sustentável, a China deve substituir mais investimentos estatais por consumo privado e outros países, como a Índia, devem administrar melhor as finanças do governo.

"A ideia do descolamento continua viva, mas isso não significa que a prosperidade sustentável nas grandes economias emergentes seja uma conclusão necessária", diz a publicação.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

ÁREA PREVIDENCIÁRIA - PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO

Conforme dispõe a Instrução Normativa INSS nº 20/2007, em seus artigos. 176 e 177, o Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP) constitui-se no documento histórico laboral do trabalhador que reúne, entre outras informações, dados administrativos, registros ambientais e resultados de monitoração biológica durante todo o período em que este exerceu suas atividades, e tem por finalidade:

a) comprovar as condições para habilitação de benefícios e serviços previdenciários, em especial o benefício de aposentadoria especial;

b) prover o trabalhador de meios de prova produzidos pelo empregador perante a Previdência Social, outros órgãos públicos e os sindicatos, de forma a garantir todo direito decorrente da relação de trabalho, seja ele individual ou difuso e coletivo;

c) prover a empresa de meios de prova produzidos em tempo real, de modo a organizar e a individualizar as informações contidas em seus diversos setores ao longo dos anos, possibilitando que a empresa evite ações judiciais indevidas relativas a seus trabalhadores;

d) possibilitar aos administradores públicos e privados o acesso a bases de informações fidedignas, como fonte primária de informação estatística, para desenvolvimento de vigilância sanitária e epidemiológica, bem como definição de políticas em saúde coletiva.

Crise financeira causa insônia, irritabilidade e enxaquecas nos profissionais

Por Luana Cristina de Lima Magalhães - InfoMoney

Além de trazer consequências para o bolso, a crise econômica mundial também afeta a saúde de muitos profissionais. Com isso, a incidência de problemas estomacais, enxaquecas, insônia e irritabilidade tendem a aumentar diante deste cenário
"A crise financeira pode afetar o profissional de duas formas. A primeira é no orçamento, ou seja, pessoas que perderam os seus empregos ou tiveram prejuízos em decorrência da crise. Já a segunda se dá por meio do psicológico. Os profissionais ficam mais inseguros e nervosos, com medo de perder os seus empregos ou terem prejuízos, neste período de instabilidade financeira mundial", ressalta o médico e presidente da ABQV (Associação Brasileira de Qualidade de Vida), Alberto Ogata.

O médico alerta ainda que esta incerteza e a insegurança profissional fazem com que os profissionais passem a ter uma alimentação inadequada e um sono conturbado
Problemas

Uma pesquisa feita pela Philips em cinco países (Alemanha, Estados Unidos, Holanda, Reino Unido e Japão) revelou que 19% dos diretores das empresas entrevistadas dormem menos do que as oito horas diárias recomendadas e 40% deles atribuem esse fato à crise econômica.

"Aqueles profissionais que estão psicologicamente afetados pela crise também correm o risco de desenvolver outros problemas de saúde, como depressão e hipertensão, e estão propensos a um maior descontrole emocional", lembra Ogata.

Consequências

Todos esses problemas de saúde também prejudicam o desempenho profissional no dia a dia de trabalho. "Se a pessoa não tiver equilíbrio, provavelmente, ela terá menos criatividade e energia para vencer os desafios e, consequentemente, a crise".

Além disso, o médico ressalta que os erros no dia a dia de trabalho tendem a acontecer com mais frequência, ocasionando perda de produtividade e, possivelmente, um aumento dos casos de ira e irritabilidade.
Controle-se!

Para tentar manter o controle e evitar esses problemas de saúde Ogata indica os seguintes passos:
1.Dormir bem;
2.Fazer atividades físicas;
3.Manter a vida social (sair para se distrair com amigos e familiares);
4.Não levar trabalho para casa (procure se desligar das tarefas de trabalho fora do horário de expediente);

Informação não é poder! Veja como a falta de clareza causa o fracasso do líder

A reclamação número um de profissionais é a falta de clareza com relação às suas metas. Isto significa que todos sabem o que precisam fazer hoje, mas poucos sabem ao certo o porquê e aonde a empresa pretende chegar. Como consequência, os funcionários se empenham menos e, com o tempo, acabam desmotivados
A verdade é que ninguém gosta de ser um mero "robô". Participar da tomada de decisões, bem como saber o sentido do seu trabalho, é essencial. Uma pesquisa realizada pelo PMI (Project Management Institute), com 400 empresas, corrobora com esses pressupostos. Uma pergunta foi feita aos profissionais participantes: "Quais habilidades faltam a seus gestores?". A resposta mais dada foi: "a habilidade de se comunicar".

Como a empresa perde tempo [e dinheiro]

"Se os funcionários não conhecem os objetivos maiores da empresa e as estratégias adotadas, eles não fazem mais do que olhar para o próprio umbigo, de forma que agregam pouco à organização. Esta, por sua vez, perde tempo e dinheiro, ao não disseminar informações importantes", explica o coordenador da pesquisa de Benchmarking do PMI, Américo Pinto.

Quando falta clareza ao profissional com relação a suas próprias metas, os projetos não dão certo, ou o resultado obtido não é o esperado pela direção da empresa. E não é uma questão de incompetência. Ao desconhecer seus objetivos de longo prazo, o funcionário pode muito bem andar para a direção oposta para a qual estão caminhando os gestores. Enquanto uns vão para a direita, outros escolhem ir para a esquerda. A empresa não é bem-sucedida e perde recursos. Situações como a descrita não são raras.

"Os atuais gestores não atendem mais àquilo que as empresas precisam, que é clareza e capacidade de se comunicar, antes de mais nada. Muitos deles retêm informações, porque acreditam que informação é poder. No final, acabam se prejudicando, porque seus subordinados não trabalham o todo, não realizam suas atividades dentro de um contexto", explica o diretor executivo do Insadi, Dieter Kelber
"O pior é que há líderes que gostam de ter funcionários robôs, que cumprem ordens sem pensar muito. São gestores à moda antiga, atrasados no novo cenário de competitividade acirrada entre as empresas", acrescenta.

Falha começa na alta gestão

É possível que, em uma empresa na qual a retenção de informações é parte da cultura corporativa, a culpa seja da média gerência, que não quer dar espaço para ninguém crescer. "O que esse tipo de gestor não entende é que, se seus subordinados não crescerem, ele próprio nunca sairá do mesmo lugar", diz Kelber.

Porém, para Américo Pinto, do PMI, a principal responsabilidade pela comunicação da empresa é a alta gerência. "Se o principal gestor não faz questão de disseminar informações estratégicas, a comunicação não flui para as demais partes da pirâmide. O resultado é que cada um acaba fazendo o que bem entende", diz.

Mas ele acrescenta que isso é mais comum em médias e pequenas empresas, porque as grandes já estão avançadas no quesito comunicação. "Boa parte das grandes utilizam ferramentas tecnológicas, como softwares criados justamente para isso e intranet, para que a comunicação flua tanto verticalmente (do gestor para os subordinados) quanto horizontalmente (entre departamentos, de forma que estes trabalhem juntos em torno de um mesmo objetivo)".

Reunião não é perda de tempo!

Algumas empresas evitam ao máximo as reuniões, por conta do clichê disseminado no mundo corporativo de que elas são perda de tempo. A verdade, entretanto, é que reuniões são necessárias e é possível torná-las produtivas. "Porque alguns profissionais se utilizam desse canal de comunicação [a reunião] de forma equivocada, muitos desmoralizaram o papel desses encontros", diz o coordenador da pesquisa do PMI. "Mas, muitas vezes, as reuniões são absolutamente necessárias".

Ele lembra ainda que as reuniões não são a única forma de a empresa se comunicar com seus funcionários. "É possível promover algumas discussões por e-mail, por exemplo".

Por que gestores retêm informações?

Alguns dos motivos para a retenção de informações são: a ilusão de poder que elas proporcionam; o medo de os subordinados crescerem; a insegurança, por parte do gestor de médio escalão, de que os subordinados utilizem aquelas informações melhor do que ele próprio; a dificuldade de se comunicar com clareza, o que é uma competência ao mesmo tempo técnica e comportamental cada vez mais essencial aos líderes; e a facilidade de manipular funcionários "robôs", que não pensam.

Porém, a transparência nas empresas é importante porque: a rádio peão é muito mais rápida (o problema é que, muitas vezes, as informações divulgadas no corredor são completamente equivocadas); ao saber aonde a empresa quer chegar, o funcionário se dedica muito mais e os projetos têm mais chances de serem bem-sucedidos; os diversos departamentos podem tornar-se aliados, no lugar de inimigos, como costuma acontecer; a satisfação do público atendido aumenta; e a liderança informal é enfraquecida.

"É bom promover conversas e debates com os funcionários sistematicamente, de forma que informações úteis sejam disseminadas no dia a dia do trabalho. Assim, os profissionais vestem a camisa da empresa e do cliente", finaliza Kelber.